🧭 MMPH · Cap.7 — Ship Resistance and Flow · Ch. 7 — Other Resistance Components

Mapa Mental PH (aula enxutíssima) · Larsson & Raven, Ship Resistance and Flow · I.03-MN · Área I do edital · só o que cai, em esquemas · ✎ marque lacunas e oclusões para revisão ativa
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ContextoOs dois componentes principaiswave resistance e viscous resistance — já foram tratados (Caps. 5 e 6). Este capítulo trata dos additional components. Blockage effects NÃO se repetem aqui (já vistos).
São quatro componentes adicionais: induced resistance · appendage resistance · air and wind resistance · added resistance in a seaway.
O added resistance in a seaway liga-se à teoria de seakeeping → fica para o volume de Seakeeping. Este cap. concentra-se nos três primeiros.
§ComponenteOrigem físicaParâmetro governante
7.1Induced resistancegeração de lift em escoamento assimétrico (trailing vortices); fenômeno inviscidaspect ratio (equações do Cap. 5)
7.2Appendage resistancefricção e perdas de pressão viscosa em eixos, brackets, quilhas, lemes, finsReynolds number
7.3Air / wind resistancedeficiência de pressão nas regiões separadas do casco emerso e superestruturaapparent wind (Rn-independent — separação em quinas vivas)
Quando surgeSempre que se gera lift em um escoamento assimétrico. Importa em corpos alares — keels, rudders, hydrofoils, bilge keels, stabilizers, sternos twin-skeg, cascos de catamarã/trimarã — e no próprio casco (yacht ou navio com leeway ≠ 0).
A induced resistance é um fenômeno inviscid — governado pelas equações do Cap. 5, NÃO pela viscosidade.

Como o lift aparece (Fig. 7.1)

  • Lift vem da aerodinâmica (lá é vertical, equilibra o peso); em hidrodinâmica é quase horizontal — desloca o corpo lateralmente à direção de movimento.
  • A asa muda a direção do escoamento; por reação o fluido exerce força igual e oposta na asa = o lift.
  • As linhas de corrente curvam para baixo → pressão do lado inferior maior e succção no lado superior.
Kutta condition: para o lift ser efetivo, o bordo de fuga (trailing edge) tem de ser afiado e o escoamento deve deixá-lo suavemente pelos dois lados. Aplicada como igual-pressão (mesma pressão dos dois lados) ou direção do fluxo (no plano bissetor logo após o bordo).
Origem (Fig. 7.2)Keel a um ângulo de ataque = leeway angle do casco. O fluxo escapa da face de alta pressão por baixo da ponta (tip) para a face de baixa pressãocross-flow na ponta.
Trailing (longitudinal) vortices: nenhum na raiz, cada vez mais fortes rumo à ponta. A folha de vórtices é instável e enrola-se num vórtice concentrado atrás do keel; a energia rotacional = aumento de resistência.
Pré-requisito: trailing vortices (e induced resistance) exigem uma free end (ponta livre). Asa vão-a-vão numa túnel de vento (sem ponta livre) = caso 2-D → induced resistance zero. O junction vortex (keel-casco) é outro efeito (interferência de camada-limite).
Fig. 7-1
Fig. 7-1 — Lift generation: a wing turns the approaching flow; the streamlines curve downward, giving higher pressure on the lower side and suction on the upper side. The reaction force on the wing is the lift.
Fig. 7-2
Fig. 7-2 — Vortex generation around a keel at an angle of attack equal to the leeway angle. Cross-flow around the tip generates longitudinal trailing vortices; the mirror image of the keel in the hull bottom is indicated.

Representação matemática (Fig. 7.3)

  • Asa 3-D = bound vortex (eixo y) + free trailing vortices; superposição de horseshoe vortices.
  • Helmholtz 1º teorema: intensidade do vórtice constante ao longo do filamento. Vorticidade ligada máxima no centreplane, zero nas pontas.
  • Helmholtz 2º teorema: vórtice não pode terminar no fluido → fecha a jusante pelo starting vortex (desprezado em regime permanente).
DownwashDownwash (w) dentro da folha, upwash fora. Inclina o fluxo efetivo e define o induced angle of attack:

αi = atan(w/U) (7.1) como w é sempre pequeno αi ≈ w/U (7.2) (em radianos)

Fig. 7-3
Fig. 7-3 — Mathematical representation of the vortex system of a 3-D wing: a bound vortex along the y-axis plus free trailing vortices (superposition of horseshoe vortices); downwash w in the sheet, upwash outside.

Kutta–Joukowski: lift = ρUΓ, ⊥ ao fluxo local U L′ = ρUΓcosαi ≈ ρUΓ (7.3) Di′ = ρUΓsinαi ≈ ρUΓαi (7.4)

(′ = força por unidade de envergadura). A induced drag Di′ é proporcional ao ângulo induzido αi.

Fig. 7-5
Fig. 7-5 — Definition of planform parameters for trapezoidal wings: span b, sweep angle (measured at the quarter-chord line) and taper ratio (tip chord / root chord).
Por quêO caso de grande interesse é a elliptical load distribution (circulação Γ = função elíptica de y): o efeito integrado dos trailing vortices sai analiticamente. Coeficientes na área projetada Sp.
Fig. 7-4
Fig. 7-4 — Schrenk's (1940) approximation of the lift distribution. Top: planform (triangular and rectangular). Bottom: chord distribution, elliptical distribution and the real lift distribution (dashed) as their average.

CL = 2π / (1 + 2/AR) · α (7.6) CDi = CL² / (π·AR) (7.7)

O numerador vale para asas simétricas em fluxo inviscid, com α em radianos. Para α em graus a constante vira 0,11; valor mais realista (efeito viscoso no lift) = 0,10.
Fig. 7-6
Fig. 7-6 — Relation between taper ratio and sweep angle for optimum (minimum induced resistance) circulation distribution: the larger the sweep angle, the smaller the taper for best performance.
Fig. 7-7
Fig. 7-7 — The large influence of the aspect ratio on the lift coefficient CL; the curves correspond closely to equation (7.6).
Aspect ratioAR = b²/Sp (7.8), b = span. Sp = área projetada da asa, distinta de S (superfície molhada total usada nos demais coeficientes).
Mirror image (Fig. 7.2): no cálculo do AR — mas NÃO da área — inclui-se a imagem-espelho do keel no fundo do casco; com placa plana infinita o span dobra.
  • A distribuição elíptica dá a mínima induced drag, produzida por asa não-torcida de planta elíptica — a preferível.
  • Schrenk (1940): para asas sem sweep/twist, o lift em cada posição fica a meio caminho entre a distribuição elíptica e a real da corda (Fig. 7.4).
  • Sweep angle medido pela linha de quarto de corda (25%). Taper ratio: 1 = retangular, 0 = triangular; melhor casamento com elipse ≈ 0,45.
  • Fig. 7.6: quanto maior o sweep, menor o taper para o ótimo (mínima induced resistance).
AR efetivoPara distribuições arbitrárias: ARe = CL² / (π·CDi) (7.9), sempre menor que o geométrico — mas difere só poucos por cento.
Appendage resistance é de origem viscosa — atrito + perdas de pressão viscosa — logo governada pelo Reynolds number.
  • Na Fig. 4.1 não havia appendage resistance para cascos de displacement — uma aproximação: todo casco com eixo exposto ganha alguma.
  • Planing hull: componente considerável — o dynamic lift ergue o casco e reduz a superfície molhada, os apêndices ficam submersos e assumem cada vez mais a viscous resistance com a velocidade.
  • Também grande no sailing yacht.
Efeito do streamlining (Fig. 7.8): corpo aerodinâmico e cilindro têm ~o mesmo drag, embora o aerodinâmico tenha área frontal ~30 vezes maior. No cilindro a separação maciça destrói a recuperação de pressão.

Geometria do foil (Fig. 7.9)

ParâmetrosMean line (a meio caminho das superfícies); chord C; espessura t ⊥ à mean line; tmax/C classifica a seção; nose radius (arco de círculo até ~45°).
Fig. 7-9
Fig. 7-9 — Foil section parameters: mean (camber) line, chord length C, local thickness t measured normal to the mean line, maximum thickness tmax, and nose radius.

Séries NACA

  • NACA (precursora da NASA) testou seções nos anos 1930–40. As úteis em hidrodinâmica: four-digit e six-series.
  • Four-digit (ex. NACA 0010): últimos 2 dígitos = tmax/C; primeiros 2 = camber (zero = simétrico).
  • Six-series (ex. 63-010 / 65-010): 1º dígito = série; 2º (×10) = posição do mínimo de pressão em % da corda; após o traço = tmax/C.
  • Fig. 7-13
    Fig. 7-13 — Drag comparison between four sections of the six-series (two 9% and two 21% thick; 63- and 65-types) versus angle of attack; thicker profiles keep the laminar bucket to higher angles.
    Fig. 7-12
    Fig. 7-12 — Comparison between the drag of two 9%-thick sections from different series (0009 vs 63-009) versus angle of attack at Rn = 3e6; smooth rise vs drag bucket.
Fig. 7-8
Fig. 7-8 — The effect of streamlining: the streamlined body (top) and a circular cylinder (bottom) have about the same drag although the streamlined body has ~30 times the frontal area; attached flow vs massive separation.
Nose radius (Fig. 7.10): four-digit tem o dobro do raio da elipse; six-series no meio. Regra: maior nose radius → menos sensível à separação de bordo-de-ataquefour-digit é a mais robusta.
Fig. 7-10
Fig. 7-10 — Nose radii of the four-digit and six-series NACA sections versus thickness ratio, compared with the radius of curvature of an ellipse (four-digit ≈ twice the ellipse; six-series in between).
Transição & laminar (Fig. 7.11)A transição ocorre no mínimo de pressão (gradiente negativo estabiliza). Empurrá-lo para trás = mais fluxo laminar, menos atrito — as laminar (six-series): 63-series ~30% laminar, extrema 67-series ~70%; na prática a 65-series é a mais extrema usada.
Fig. 7-11
Fig. 7-11 — Pressure distribution around three sections (0009, 65-009, 65-021), Cp plotted with the positive axis downward; four-digit minimum far forward (~10% chord) vs six-series minima near midchord.

Drag bucket, stall e CLmax

  • Drag bucket (Fig. 7.12, Rn = 3×10⁶): a 63-009 tem drag baixo abaixo de ~2°, depois sobe rápido entre 2°–3° (mínimo de pressão salta para frente), ficando pior que a 0009. Perfis grossos (21%) seguram o bucket até ~5–6° vs ~2–3° dos finos (Fig. 7.13).
  • Lift slope teórico igual para todas as seções simétricas: ∂CL/∂α = 2π /rad ≈ 0,11 /grau (≈ 0,10 em fluido viscoso).
Stall (Fig. 7.16)PerfilMecanismo
(a)grossotrailing-edge separation (gradual, desde ângulos pequenos)
(b)muito finoleading-edge separation bubble crescente
(c)moderado 9–12%separa dos dois lados; queda drástica de lift quando as bolhas se encontram
Fig. 7-16
Fig. 7-16 — Different types of stall: (a) thick profile, trailing-edge separation; (b) very thin profile, leading-edge separation bubble; (c) moderate thickness (9-12%), separation from both ends.
Para leme, o parâmetro-chave é o máximo lift. Perfil 9%: CLmax = 1,32 (four-digit) vs 1,12 (63) vs 1,05 (65). A 65-series precisa de ~25% mais áreafour-digit é preferível, e o perfil 12% é o melhor para leme.
EscalaNACA testadas a Rn = 3, 6, 9×10⁶ — típico de keels/lemes de recreio. Navios reais têm Rn de apêndice muito maior, modelos muito menor → efeitos de escala do apêndice diferem dos do casco (problema no model testing).
Fig. 7-18
Fig. 7-18 — Reynolds-number dependence of section drag at zero lift for 6%, 12% and 25% thick sections (Hoerner, 1965), with laminar and turbulent flat-plate lines and a smooth circular cylinder for comparison.
RegimeComportamento
Abaixo do Rn crítico ≈ 10⁵camada laminar separa antes da transição; pressure drag cresce com a espessura (extremo = cilindro, ~constante); perfil 6% quase segue a linha de placa plana
Acima do Rn críticotransição antes da separação; camada turbulenta atrasa a separação e corta a pressure resistance. No cilindro a separação vai de ~80° para ~120°, reduzindo o drag em ~75%
Faixa 10⁶–10⁷drag coefficient ~constante (transição avançando compensa a queda normal do drag com Rn, que reaparece acima de 10⁷)
Caso (Fig. 7.19)PressãoDrag
InviscidCp de 1,0 (estagnação) a −3,0 a 90°, sobe simétrico a 1,0 a 180°zero pressure drag (d'Alembert)
Supercriticalmínimo ~−2,5 perto de 90°; plateau após 120° levemente negativopequeno pressure drag
Subcriticalmínimo perto de 70°, depois ~constante Cp ≈ −1,0 em toda a face traseiragrande drag
Fig. 7-19
Fig. 7-19 — Pressure variation around a circular cylinder versus angular position (zero at the forward stagnation point): inviscid, supercritical and subcritical distributions; the back-side suction of the subcritical case causes the large drag.

As curvas são médias; na realidade o fluxo flutua periodicamente → forças laterais de lado a lado (vortex shedding).

Roughness (Fig. 7.20): rugosidade dispara a transição prematura e baixa o Rn crítico. Grão maior → maior efeito, mas maior drag mínimo (trade-off; interessa a mastros de veleiro).
Correções práticasEixos de hélice não estão a 90° do fluxo (efeito da componente axial é Rn-dependente; Kirkman & Kloetzli, 1980). O leme fica no propeller race (velocidade > velocidade do navio, ≈ +10%); outros ficam na boundary layer do casco (velocidade reduzida).
Fig. 7-20
Fig. 7-20 — Effect of roughness on drag: the drag of a circular mast section covered with sand grains of different sizes; larger grains lower the critical Rn but raise the minimum drag.
O que éResistência de empurrar a parte emersa pelo ar; depende da velocidade do navio, área e forma da upper structure. Com vento, depende também da velocidade e direção relativa do vento.
  • True wind (VTW): o vento que existiria se o navio estivesse ausente (zero true wind = ar parado).
  • Apparent (relative) wind (VAW): soma vetorial do true wind + vento do próprio movimento (Fig. 7.21).

V⃗AW = V⃗TW − V⃗ (7.10) VAW = (VTW² + V² + 2·V·VTW·cosβTW)½ (7.11) βAW = atan[ VTWsinβTW / (V + VTWcosβTW) ] (7.12)

Fig. 7-21
Fig. 7-21 — Relation between true wind (VTW) and apparent wind (VAW): VAW is the vector sum of the true wind and the wind generated by the ship's motion through still air; angles measured from the x-axis.
Perfil verticalVTW(z) = VTW(10)·(z/10)1/n (7.13); VTW(10) = 0,836·(Bft)3/2 (7.14). Referência a 10 m, escala Beaufort. n ≈ 10 = ventos fortes/estáveis; n ≈ 5 = ventos fracos/instáveis.
Como V é independente de z mas VTW cresce com z, a direção do apparent wind é twisted (torcida). Importa para velas de yacht; para navios geralmente se despreza — toma-se a direção na altura média da projeção lateral emersa.
ComponentesForça aérea tomada horizontal. Forças X, Y (segundo x, y) e momentos K (roll sobre x) e N (yaw sobre z). Adimensionalizados por pressão dinâmica e área.

qa = ½·ρa·VAW² (7.15) CX = X/(qa·AT); CY = Y/(qa·AL) (7.16) CK = K/(qa·AL·HM); CN = N/(qa·AL·L) (7.17)

Fig. 7-15
Fig. 7-15 — Lift comparison between four sections of the six-series versus angle of attack: the theoretical lift slope is 2pi per radian (~0.11 per degree, ~0.10 in a viscous fluid) for all symmetric sections below the linear limit.
Fig. 7-14
Fig. 7-14 — Drag at zero angle of attack for the four-digit, 63- and 65-series versus thickness ratio: drag increases with thickness, and the further back the pressure minimum, the lower the drag at this angle.
ÁreasAL = área projetada lateral; AT = área projetada transversal (a força longitudinal X refere-se a AT). L = comprimento total; HM = AL/L (7.18) = altura média da projeção lateral.
Fig. 7-17
Fig. 7-17 — Maximum lift coefficient for the four-digit, 63- and 65-series versus thickness ratio, with the stall angle on the curves; four-digit has the largest CLmax (1.32 at 9% vs 1.12 and 1.05).
Máximo da força de resistência X tipicamente em 20° ≤ βAW ≤ 30° (e extremo correspondente em 150° ≤ βAW ≤ 160°).
Rn-independência: as forças de vento são dominadas pela deficiência de pressão nas regiões separadas a sotavento; a separação é fixada pelas quinas vivas (sharp edges) → linhas de separação independentes do Rn. Logo, todos os coeficientes são Rn-independent e os de túnel de vento valem em escala real.
Navio (Tab. 7.2, extrato)AL (m²)AF (m²)
Car carrier (LOA 190,7 m)4257654
Tanker, loaded (351,4 m)34021132
Tanker, ballast (351,4 m)78401804

Blendermann (1990) mediu os coeficientes para muitos tipos de navio. O tanker em lastro expõe muito mais área lateral (7840) que carregado (3402).

CorreçãoCoeficientes de túnel (sem boundary layer atmosférica) corrigidos pela pressão dinâmica média até HM. Navio parado (VAW=VTW): a/q10 = [n/(n+2)]·(HM/10)2/n (7.20). CX,CY,CN × q̄a/q10; CK × [(n+1)/(n+2)]·q̄a/q10.
HM = 10 mn = 10 (forte)n = 5 (fraco)
CX, CY, CN reduzem17%29%
CK reduz (menos)11%17%

Navio em movimento: perfil torcido dificulta a correção exata — os coeficientes não corrigidos ficam altos e os corrigidos por (7.20) baixos; na prática pode bastar usar os não corrigidos.

CX médio a ângulo zero para todos os cascos da Fig. 7.22 (exceto drilling ship) = 0,6.

RAA = 0,6·½·ρa·V²·AT (7.21) adimensionaliza por ρ água e S CAA = 0,72×10⁻³·AT/S (7.22)

Fig. 7-22
Fig. 7-22 — Wind forces on a series of ships (Blendermann, 1990): CX, CY, CN and CK versus apparent wind angle; longitudinal force positive forward. Multi-panel figure (continued across the data of Table 7.2).
ρar = 1,2 e ρágua = 10³ kg/m³. CAA entra na extrapolação modelo→navio (§8): modelos são rebocados sem superestrutura → CAA desprezado no modelo, somado no navio (constante arredonda a 0,001).

Vento não alinhado side force desliza o casco → leeway angle momento de yaw compensado pelo leme → ângulo de leme ≠ 0

Casco e leme agora geram lift → ambos produzem induced drag. Para o leme, (7.6)–(7.7) dão valores acurados; para o casco a precisão é pior (aspect ratio muito pequeno) mas útil como estimativa.
Mirror image: inclui-se a imagem do casco na superfície da água ao calcular o AR — o effective aspect ratio é o dobro do geométrico se a superfície livre for plano de simetria.
Ordem de grandezavan Berlekom (1981): a força direta de vento na estrutura emersa é da mesma ordem que a added resistance por ondas; os efeitos de leeway e leme são menos importantes.