I Manobrabilidade do Navio
I.01 Naval Shiphandling (Crenshaw)
Cap. 2 — Forças que atuam sobre o navio: as seis fontes de força; diferenças de pressão e Bernoulli; hidrofólios; o hélice e a descarga helicoidal; força lateral de hélice simples e geminado; resistências (atrito, onda, redemoinho, apêndices, ar/vento); squat e águas rasas; vento e corrente. (Edital I.1 — manobrabilidade.)
I.02 Principles of Naval Architecture Vol. II (Lewis) SESILAB
Full chapter — Friction · Wave-making · Eddy · Air resistance; Froude planks, Reynolds, Blasius / Schoenherr / ITTC; Kelvin wedge; Michell thin-ship; appendages, trim, shallow water, leeway and heel.
Capítulo VI (Seções 1, 2, 4, 6, 7, 10) — Potência e eficiência propulsiva · teoria do momento e do elemento de pá · circulação · interação casco-hélice (esteira, dedução de empuxo) · geometria da hélice · cavitação · outros propulsores (jato, cicloidais, CPP, contra-rotativas, supercavitante, parcialmente submerso).
Demais capítulos do Vol. IIEm breve
I.02Principles of Naval Architecture Vol. III (Lewis)
Capítulo IX (Seções 1, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 13, 14) — Controlabilidade: estabilidade de movimento e equações lineares · coursekeeping e estabilidade controls-fixed (espiral de Dieudonné, zigue-zague de Kempf, índices K-T de Nomoto) · curva de giro (advance, transfer, tactical diameter, pivot point) · aceleração, parada e ré (head reach, regra 80-50) · efeitos do ambiente (vento, corrente, ondas, broaching/surf-riding) · interação navio-via (bank effect, squat, águas rasas) · hidrodinâmica das superfícies de controle (aspect ratio, stall, leme flapped/skeg). Edital I.8 — Controlabilidade do Navio.
Demais capítulos do Vol. IIIEm breve
I.03 Ship Resistance and Flow (Larsson & Raven)
Cap. 1 — Introduction. Edital I.1 — resistência do navio (friccional, ondas, forma, wave-breaking, ar/vento).
Cap. 2 — Governing Equations. Edital I.1 — resistência do navio (friccional, ondas, forma, wave-breaking, ar/vento).
Cap. 3 — Similarity. Edital I.1 — resistência do navio (friccional, ondas, forma, wave-breaking, ar/vento).
Cap. 4 — Decomposition of Resistance. Edital I.1 — resistência do navio (friccional, ondas, forma, wave-breaking, ar/vento).
Cap. 5 — Inviscid Flow, Wave Making, and Wave Resistance. Edital I.1 — resistência do navio (friccional, ondas, forma, wave-breaking, ar/vento).
Cap. 6 — The Flow Around the Hull and the Viscous Resistance. Edital I.1 — resistência do navio (friccional, ondas, forma, wave-breaking, ar/vento).
Cap. 7 — Other Resistance Components. Edital I.1 — resistência do navio (friccional, ondas, forma, wave-breaking, ar/vento).
Cap. 8 — Experimental Resistance Prediction and Flow Measurement. Edital I.1 — resistência do navio (friccional, ondas, forma, wave-breaking, ar/vento).
I.04-I.05Practical Ship Hydrodynamics (Bertram)Em breve
I.06IMO MSC.Circ.1053 — Explanatory Notes Ship ManoeuvrabilityEm breve
I.07IMO MSC.137(76) — Standards for Ship ManoeuvrabilityEm breve
I.08 A Manobrabilidade do Navio no Século 21 (Santos, Conapra)
I.8.1 + I.8.3 + I.8.4 — manobrabilidade IMO; 3 GdL no plano horizontal; histórico Newton→Norrbin; referenciais NED/solidário; F=m·a_G no CG e fora do CG; equação 6 GdL e redução a 3 GdL.
I.8.5 (8.5.1 a 8.5.5) — casco como asa de baixa razão de aspecto; derivadas SNAME 1952 (X_u, Y_v, Y_r, N_v, N_r); cross flow (Norrbin 1970); equação completa + adimensionalização; ponte para Caps. 4-7.
I.8.6 inteiro (8.6.1 a 8.6.13) — conceito de estabilidade (Lyapunov); 4 tipos (Arentzen-Mandei 1961); equação característica A·σ²+B·σ+C=0 com C como discriminante; trade-off estabilidade × manobrabilidade; ensaios Dieudonné, Bech, pull-out + padrões IMO.
I.8.7 inteiro (8.7.1 a 8.7.9) + apoio 5.11-5.15 — definições governabilidade/manobrabilidade; controle laço fechado; curva zigue-zague de Kempf (1927) padrão IMO 137(76); índices Nomoto T_1/T_2/K/T_3; modelo K-T simplificado; ponto pivô variável (regime, transitório, ré); parâmetro Norrbin P=K'/T'; critérios IMO numéricos overshoot 10/10 e 20/20.
I.8.8 inteiro (8.8.1 a 8.8.10) — curva de giro: 4 parâmetros (avanço e afastamento a 90°, diâmetro tático a 180°, diâmetro final); ponto pivô (deriva nula, a vante do centro, variável); as 3 fases do giro; raio na teoria linear (R ∝ L/δ, índice C, efeito das derivadas N_v/N_r/N_δ); adernamento em curva (para dentro na fase 1, para fora na fase 3, situação perigosa SNAME); critério PIANC (pontos M/G/B/K); parâmetros médios/máximos da ROM; influência da velocidade no diâmetro tático (Esso Osaka); critérios IMO (avanço ≤ 4,5 L_pp, diâmetro tático ≤ 5 L_pp).
I.8.9 inteiro (7.1 a 7.9) — parar, acelerar, desacelerar e mover a ré: definições SNAME/IMO (crash stop e crash astern, coasting, backing, reversing astern; faixas PIANC 5-8 / 8-12 / >12 nós); cinco índices de parada (head reach); quatro quadrantes do propulsor (I acelerar, II reverter mov. a ré, III desacelerar, IV cair a ré); força lateral (passo direito revertido → guinada para BE); empuxo a ré × resistência (>12 nós resistência domina, ~6 nós empuxo); propulsor a vante com ângulo de ataque negativo; modelo do propulsor (J, K_T/K_Q, passo fixo e controlável); torque da máquina (2π·I_p·ṅ = Q_m − Q_p; malha fechada em 5 passos); ação do leme (Hirano, estolamento); métodos empíricos — Chase (R=kV², potencial/impulso dinâmico), ROM 3.1-99 (C_m=1,08), IMO MSC 137(76) (S=A·ln(1+B)+C; parada ≤ 15 L, até 20 L; coef. A de cargueiro 5-8 a VLCC 14-16), PIANC (rebocadores, 1,5-2 LOA); coasting (Chase; Artyszuk — a distância independe do comprimento, só da razão V_f/V_i).
I.8.10 inteiro (8.1 a 8.4) — a ação das forças externas ambientais (vento, corrente e onda): vento verdadeiro × aparente e camada-limite (índice n = 5/7/10); força do vento ∝ ½·ρ·C·A·V² (independe do nº de Reynolds); coeficientes OCIMF para petroleiros (convenção com zero na popa; momento negativo → orça, positivo → arriba; proa cheia/fina — em lastro com proa cheia tende a vante, contraintuitivo) e gaseiros (esférico/prismático, +20%/+10% na força lateral); coeficientes SNAME/Blendermann (convenção com zero na proa) por tipo de navio; rajada (PIANC 117, 30 s → fator 1,38); técnica de caranguejar (método japonês, boca virtual W_WF = L·senβ + B·cosβ, ângulo de deriva ≤ 5°); corrente (ângulo < 25° com velocidade, cross flow ~90° em águas rasas; Cxc por razão de profundidade 4,4→1,1, corrente a 30° pela proa 4-5× a de popa com inversão em 10°, Hensen; Cyc máx no través; CNc); onda (1ª ordem ∝ amplitude e média zero × 2ª ordem ∝ amplitude² = deriva/abatimento; RAOs; aproximação de Newman; exemplo do handymax Romulo Almeida — máximos de deriva surge/sway/yaw de 105,6 / 868,2 / 10.054,6 kN·m; ~90 tf com Hs 2 m a 5 s pelo través).
I.8.11 inteiro (9.1 a 9.8) — efeitos de águas rasas: classificação por razão de profundidade h/T (PIANC Bull. 77 — profundas > 3, meio rasas 1,5-3, rasas 1,2-1,5, muito rasas < 1,2; FAQ ≥ 5%); sinais a bordo (RPM −15%, velocidade −30%, diâmetro tático +100%); estudo-marco do Esso Osaka (1977 — diâmetro +75% em 1,2 e < 20% em 1,5; desvio de aproamento +90° para BE na parada; controle até 1,5 nó com kicking ahead; parada controlada ~3× a distância); tipos N/U/S (N e U o diâmetro tático aumenta, U instável em 1,5; S diminui — rebocador compacto, boca larga e calado pequeno); forças da asa-casco (massa adicional 4-5×; força lateral ~5× em h/T 1,2 com deriva 10°; Hess — a força do leme aumenta mas o momento em yaw diminui); métodos de coeficientes (Ankudinov; Hirano-Takashina, λ 2,3/1,7/0,7); o efeito squat (número de Froude de profundidade Fh = V/√(gh); subcrítico → afundamento, supercrítico → trim, Tuck; squat na proa se CB > 0,7, na popa se CB < 0,7, Barrass); 15 métodos empíricos de squat (Tuck, Hooft, Huuska-Guliev, Eryuzlu, ICORELS, Barrass I/II/III, Norrbin Fh < 0,4, Römisch, Millward, Yoshimura, Ankudinov Fh < 0,6; exemplo Valemax — Barrass III acompanha a média); cálculo numérico/experimental (ângulo de deriva neutro > 7° → métodos viscosos; similaridade de Froude); massa específica (calado +2-3% de salgada para doce); manobra sobre lama fluida (fundo náutico PIANC; reologia > massa específica, crítica 1.200 kg/m³; massa adicional até 7×; penetração limitada às vezes preferível a folga abaixo da quilha pequena e positiva).
I.8.12 inteiro (10.1 a 10.9) — efeitos de águas restritas ou confinadas e interações: definições ITTC 2002 (efeito de banco × amortecimento/cushion × memória hidrodinâmica) e os 5 parâmetros de interação; efeitos de banco (sucção para a margem próxima + momento em yaw para fora pela camada-limite; bow cushion é efeito de asa, não de banco; forças transientes ∝ V⁵ em banco curto; banco > 6 comprimentos ≈ infinito; Norrbin, Yasukawa, Kijima cunha); efeitos de canal (derivadas posicionais Y(y₀)+/N(y₀)−, Nψ não estabilizadora; equilíbrio instável no centro de canal estreito; Eda — 3 limites de segurança, folga squat 30 cm cargueiro/60 cm petroleiro; situações L/R/B de Yasukawa; bifurcação de Dand); canais curvos (Dand — momento da margem externa auxilia); parâmetros PIANC 121 (canais irrestrito/restrito/confinado; largura efetiva 8B-12B; fator de bloqueio S = As/Ac; fator S₂ = As/Aw; velocidade crítica a evitar); squat em canais — 5 métodos (Huuska/Guliev Fnh ≤ 0,7; Römisch proa/popa; Ankudinov afundamento + trim, Fnh > 0,6 vedado; Yoshimura; Barrass 3; método japonês de largura adicional + ângulo de compensação de leme, Kijima 2002); interação entre navios (Pinkster — passagem por navio atracado, sequência surge/sway/yaw; cais sólido +80% surge e −60% sway/yaw vs vazado; recomendações PIANC 4 nós/2B e 6 nós/4B; Newton — ultrapassagem, posições de risco 3 e 5; Kijima — o navio alcançado/menor sofre mais, L₁/L₂ > 0,8 risco grande, maior velocidade relativa reduz o risco); cruzamento (momentos para fora dominantes; Munk + sustentação são adicionais à interação; solução de carregar o leme no sentido do navio que passa no través de meio-navio).
Item 4 — Controlabilidade, subitens 4.8 a 4.12 (+ reforço 4.2 manobras-padrão) — manobras especiais (16 manobras, 11.1 a 11.16): manutenção de rumo e rumos paralelos; habilidade inicial para guinar (IMO Res. 137(76); limite 2,5 Lpp) e zigue-zagues especiais (baixa velocidade; VSZZ 0°/5°, ≥20 execuções); giro acelerando do zero (540°–720°), aceleração/desaceleração e RPM mínima; paradas — inércia de parada com a distinção parada livre (leme 0°, com liberdade para guinar) × parada IMO (todo leme), Res. A.601(1987) recomenda registrar no caderno de manobras; parada com seguimento a ré; equipamentos auxiliares — impelidores/bowthrusters (SOLAS II-1 Reg. 28; mergulho ≥ 0,8 D, ITTC); resgate de homem ao mar (variável de controle = rumo no ECDIS, não aproamento; curvas clássicas de Williamson 60°, Scharnow 240°, Anderson 250°, e Boutakov; giro elíptico 180°); manobra cíclica do leme / rudder cycling (David Clarke, 1970, Esso Bernícia — 4 guinadas parciais, trajetória mais previsível e alcance menor que a parada com máquinas atrás); back and filling; manobra em V. Fecha o livro I.08 (10/10).
Cap. 11 — Manobras EspeciaisEm breve
I.09 Princípios de Hidrodinâmica e Ação das Ondas (Santos)
I.9 — seakeeping em ondas regulares: frequência de encontro; 6 movimentos e restauração; heave livre/amortecido/forçado; forças de excitação (Froude-Krylov, difração, radiação); massa adicional (corpo esbelto, Lewis, teoria das faixas); RAO; pitch e roll; movimentos acoplados. (Cross-list Área V, item 4.)
I.9 — mar irregular e confuso: análise do sinal das amplitudes; representação do mar real (Fourier); altura das ondas e distribuição de Rayleigh (H_s = 4√m₀); espectros do mar (Bretschneider, ISSC/ITTC, Pierson-Moskowitz, PM modificado, JONSWAP); momentos da distribuição; espectro de resposta do navio (RAO²·espectro); domínio do tempo (impulso, convolução, Cummins); valores extremos (método de Ochi). (Cross-list Área V, item 4.)
I.10IMO MSC.1-Circ.1228 — Master in Adverse WeatherEm breve
I.11IMO A.601(15) — Provision and Display of Manoeuvring InformationEm breve
II Arte Naval
II.01 Arte Naval Vol. 1 — 8ª ed. (Fonseca)
Casco, estrutura, conveses, subdivisão.
Formas, plano de linhas, dimensões, coeficientes, deslocamento, arqueação, trim.
Critérios Fonseca, frota MB, mercantes, offshore, PIANC, classes comerciais.
Voltas, nós, costuras, falcaças, amarrações, gaxetas, defensas, estropos.
Cap. 9 — Poleame, Aparelhos de Laborar e Acessórios (PDF truncado)Em breve
Cap. 10 — Aparelhos de Fundear e Suspender (PDF truncado)Em breve
Cap. 11 — Aparelho de Governo, Mastreação e Aparelhos de Carga (PDF truncado)Em breve
Cap. 12 — Manobra do Navio (PDF truncado)Em breve
II.02 Shiphandling for the Mariner — 5ª ed. (MacElrevey) SESILAB
Prova do comandante, comportamento de giro, parada, impulsor de proa, águas rasas, embarque do prático, vento, comunicações, troca de informações, características de manobra.
Efeitos de margem, maré/corrente, lemes e propulsão, Azipod (3 modos), trim, ponto de giro, cruzamento/ultrapassagem, estação de manobra, squat e fator de bloqueio, Corte Gaillard.
Famílias de rebocador, amarração (espias), decomposição de força, posições (proa/amura/alheta/popa), cabo de reboque, contrabordo, translação lateral pura.
Boas práticas de passadiço, plano de atracação, timing/holding em canal, velocidade de aproximação e quickwater, redução de velocidade, ângulos starboard/port side, aproximação bow-in e stern-in, atracação contra e com a corrente pela popa.
Vento e corrente a favor (razão 30:1), medição de baixas velocidades, detecção do movimento lateral, preparo para dar atrás (hélice à direita), quickwater, marcadores de passadiço, finesse não força, encostar paralelo, amarração e navios que passam.
Vento e corrente na desatracação, sair de berço com um/dois rebocadores, ponto de giro, sair de slip de proa e de popa, girar com seguimento de ré, hélice de passo variável, girar curto sobre a âncora.
A saída após a desatracação: chamadas ao prático, retomar a velocidade de mar gradualmente, plano de viagem vs. plano de passagem, cartão de rumos, comunicações VHF de cruzamento, e o desembarque do prático.
Fundeio: aproximação e largada da âncora, garras e tesa da amarra, fundear em corrente/vento, usar a âncora na manobra (segurar guinada, girar curto), amarração a dois ferros e desfazer volta no cabrestante, içar e emergências.
Manobras especiais: efeitos de corrente por densidade, monoboias (SPM) e transferência navio-a-navio, Williamson turn (homem ao mar), navios de dois hélices, movimento lateral puro, e casos de alta potência.
Treinamento do manobrista: o papel central do instrutor, modelos tripulados em escala, simuladores de passadiço, sea time, treino part-task vs full-task, e os padrões IMO baseados em desempenho.
Relação comandante-prático e BRM: praticagem voluntária vs. compulsória, a autoridade e o dever de intervenção do comandante, a troca de informações (MPX), challenge-and-response, condições de vigília no passadiço e a equipe vertical vs. comitê horizontal.
Operação do navio: planejamento da passagem, cartão de rumos, ECDIS, projeto e altura do passadiço, equipamento de navegação do prático (VRM/EBL), navegação diurna vs. noturna e registro de bordo (deck log).
II.03SOLAS — Decreto 9988/2019Em breve
II.04IMO MSC.1-Circ.1495 — Pilot Transfer (SOLAS V/23)Em breve
II.05IMO MSC.1-Circ.1428 — Pilot Transfer ArrangementsEm breve
II.06 IMO A.1045(27) — Pilot Transfer
IMO Resolution A.1045(27) — Pilot Transfer Arrangements (texto em inglês, conforme emendado pela A.1108(29)): exigências de escada de prático, escada combinada, acesso ao convés, iluminação, equipamentos associados e responsabilidades. Apostila esquemática com literal verbatim + camada de oclusão (flashcards). Aula em áudio (AAMD) em português.
II.07IMO A.1108(29) — Amendments Pilot TransferEm breve
II.08 Theory and Practices of Marine Pilotage (Nayak)
Cap. 3 — Pilot Transfer Procedures (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais.
Cap. 4 — Master-Pilot Information Exchange (MPiX) (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais.
Cap. 5 — Entering Pilotage Waters (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais. (Cross-list Área III — navegação em águas restritas.)
Cap. 6 — Safe Positioning of a Vessel in the Channel (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais. (Cross-list Área III — navegação em águas restritas.)
Cap. 13 — Manoeuvring Inside Harbour Limits (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais. (Cross-list Área III — navegação em águas restritas.)
Cap. 14 — Slow Speed Manoeuvres (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais.
Cap. 15 — Approaching Berths (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais.
Cap. 16 — Berthing & Moorings (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais.
Cap. 17 — Un-berthing and Outward Manoeuvre (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais.
Cap. 18 — Emergency Manoeuvring Options (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais.
Cap. 19 — Special Operations (Nayak). Edital II.8 — praticagem (Nayak): transferência do prático, troca de informações, manobra em águas restritas, atracação/desatracação e operações especiais.
II.09 Tug Use in Port (Hensen, 4ª ed.)
Cap. 1 — Tug Design Factors (Hensen). Edital II — rebocadores: emprego, capacidades, bollard pull, interação, escolta.
Cap. 2 — Types of Tugs (Hensen). Edital II — rebocadores: emprego, capacidades, bollard pull, interação, escolta.
Cap. 3 — Assisting Methods (Hensen). Edital II — rebocadores: emprego, capacidades, bollard pull, interação, escolta.
Cap. 4 — Tug Capabilities and Limitations (Hensen). Edital II — rebocadores: emprego, capacidades, bollard pull, interação, escolta.
Cap. 5 — Bollard Pull Required (Hensen). Edital II — rebocadores: emprego, capacidades, bollard pull, interação, escolta.
Cap. 6 — Interaction and Tug Safety (Hensen). Edital II — rebocadores: emprego, capacidades, bollard pull, interação, escolta.
Cap. 7 — Towing Equipment (Hensen). Edital II — rebocadores: emprego, capacidades, bollard pull, interação, escolta.
Cap. 9 — Escort Tugs (Hensen). Edital II — rebocadores: emprego, capacidades, bollard pull, interação, escolta.
II.10 Estabilidade dos Rebocadores (Hensen & Van der Laan)
Cap. 2 — Princípios Básicos de Estabilidade. Edital II (Arte Naval), item 10 (Hensen & Van der Laan) — estabilidade transversal, altura metacêntrica GM, braço de endireitamento GZ, curva de estabilidade e reserva de flutuabilidade, e estabilidade de rumo dos rebocadores.
II.11Mooring and Anchoring Ships Vol. 1 (Clark)Em breve
II.12Rebocadores Portuários (Fragoso/Cajaty)Em breve
II.13PIANC — Ship Dimensions and DataEm breve
III Navegação em Águas Restritas
III.01 Bridge Team Management — 2ª ed. (Swift/Bailey)
Conceito de equipe de passadiço, erro humano, suporte mútuo, monitoramento contínuo e a hierarquia de comando como rede de segurança.
Avaliação prévia da derrota: coleta de informações, cartas e publicações náuticas, fatores de risco e identificação de águas restritas.
Plano berço-a-berço: traçado, no-go areas, margens de segurança, pontos de abortagem, contingências e marcação de pontos críticos.
Táticas de execução: ETAs (maré, luz do dia, tráfego), modificação do plano, briefing, fadiga e preparação do passadiço.
Monitoramento da posição: fixes, ponto estimado, sondagens, erro de cross-track, vigia, auxílios eletrônicos e navegação por satélite.
Trabalho em equipe no passadiço: treinamento e coaching, e estudo de cenário aplicado.
Relação prático/equipe, troca de informações comandante/prático (MPX), responsabilidade do comandante e monitoramento com o prático no comando.
III.02 Navegação: A Ciência e a Arte Vol. I (Miguens)
APEM, tipos, coordenadas, distâncias, direções.
Mercator, latitudes crescidas, outras projeções, carta náutica, ECDIS/ENC.
Agulha magnética e giroscópica, declinação, desvio, compensação, Rv↔Rag.
LDP, marcações simultâneas, ângulos horizontais, distâncias, running fix, técnicas costeiras.
DR, seis regras de plotagem, abatimento × caimento, triângulo de corrente, regra dos 10%.
Transporte de LDP, dobro do ângulo α–2α, Bow & Beam 45°/90°, Série de Traub.
"Iluminar" a carta, 5 tipos de LDP de segurança, luzes de setor, sondagens como limite.
Curva de giro, avanço, transferência, diâmetro tático, ponto de guinada, fundeio de precisão.
Fenômeno das marés, sizígia/quadratura, constantes harmônicas, correntes oceânicas, El Niño.
Agulhas magnéticas e giroscópicas; odômetros (só o Doppler mede no fundo) e velocímetros; estadímetro e sextante; prumo de mão e ecobatímetro; cartas em papel e ECDIS; binóculos e outros instrumentos.
Dotação de publicações (NAVEMARINST 10-04C; NORMAM-28); Catálogo; Carta 12.000 (INT 1); Roteiro; Lista de Faróis; Lista de Auxílios-Rádio (radiogoniometria, sinais horários, NAVAREA V, SAR/SALVAMAR, GMDSS); Tábuas das Marés; Atlas de Cartas Piloto; Almanaque Náutico; Avisos aos Navegantes (AVGANTES).
Auxílios visuais (faróis, faroletes, boias, balizas); Sistema de Balizamento IALA Região B (laterais encarnado-a-boreste, cardinais, perigo isolado, águas seguras, especiais, novos perigos); alcances luminoso/nominal/geográfico; sinalização complementar (fluvial, cais, pontes); Lista de Faróis (DH2); AIS como auxílio (AtoN).
Equipamento radar (princípio de pulsos; componentes; bandas S/X; FRI, largura de pulso e de feixe); propagação e horizonte radar (super/sub-refração, dutos); apresentação da imagem (PPI, estabilizada/não-estabilizada) e controles (ganho, STC, FTC, sintonia); interpretação (discriminação em distância/marcação, ecos múltiplos/falsos/laterais, alvos terrestres e no mar, fenômenos meteorológicos); auxílios à navegação radar (refletor-radar, RACON, RAMARK, RTE); navegação radar (precisão, posição por distâncias/marcações, aterragem, distância como LDP de segurança, fundeio de precisão, navegação paralela indexada); uso do radar para evitar colisão (movimento relativo, DMR/VMR/PMA, rosa de manobra, ARPA) e apresentação em movimento verdadeiro.
Cap. 15 — RIPEAMEm breve
III.02v3Navegação Vol. III (Miguens)Em breve
III.03 Bridge Procedures Guide — 6ª ed. (ICS)
III.3 — organização eficaz do passadiço; composição e deveres da equipe; BRM; ordens do Comandante (standing/bridge/night orders); preparação para emergências.
III.3 — planejamento de passagem; ciclo appraisal → planning → execution → monitoring; cartas oficiais e ECDIS; contornos de segurança; CATZOC; UKC.
III.3 — operação e manutenção do equipamento do passadiço; radar/ARPA; ECDIS; AIS; BNWAS; GMDSS; navegação por índice paralelo.
III.3 — praticagem; troca de informações Comandante–Prático (MPX); embarque e SOLAS V/23; controle de governo/propulsão; PECs; deep sea pilots.
III.04IMO SOLAS Cap. V — Safety of NavigationEm breve
III.05 Navegação Integrada (Bento, 4ª ed.)
Cap. 1 — Navegação Precisa em Tempo Real. Edital III — navegação integrada, precisa e em tempo real; segurança e proteção.
Cap. 2 — Acompanhamento Automático de Embarcações. Edital III — navegação integrada, precisa e em tempo real; segurança e proteção.
Cap. 3 — Navegação Integrada. Edital III — navegação integrada, precisa e em tempo real; segurança e proteção.
Cap. 4 — Navegação Segura e Protegida. Edital III — navegação integrada, precisa e em tempo real; segurança e proteção.
III.07DPC NORMAM 202 — Embarcações Navegação InteriorEm breve
III.08DHN NORMAM 511 — Navegação e Cartas NáuticasEm breve
III.09DHN NORMAM 601 — Auxílios à NavegaçãoEm breve
III.10DHN NORMAM 602 — VTSEm breve
III.11IMO MSC.192(79) — Radar Performance StandardsEm breve
III.12IMO A.1106(29) — AIS Operational UseEm breve
III.13IMO MSC.530(106) — ECDIS Performance StandardsEm breve
III.14IMO MSC.1-Circ.738 — DP Operator TrainingEm breve
III.15IMO MSC.1-Circ.1580 — DP Vessels GuidelinesEm breve
III.16 COLREG/RIPEAM 2018 (IMO) — também em IV.13
Mesma norma listada em IV.13 (Legislação). Regras de governo e navegação em águas restritas (canais estreitos, esquemas de separação), luzes/marcas e sinais sonoros.
III.17DHN NORMAM 501 — Levantamentos HidrográficosEm breve
IV Legislação e Regulamentação
IV.01DPC NORMAM 201 — Mar AbertoEm breve
IV.02DPC NORMAM 204 — Tráfego e Permanência em AJBEm breve
IV.03DPC NORMAM 302 — IAFNEm breve
IV.04 DPC NORMAM-311 — Serviço de Praticagem
NORMAM-311/DPC (2025) — o Serviço de Praticagem no Brasil: estrutura, o PSCPP (acesso à categoria), formação da PRP à PRT, deveres, escala de rodízio (ERU), manutenção da habilitação, isenção, lotação/efetivo, exames e lanchas/ZP; + camada LESTA (Lei 9.537/97, alterada pela Lei 14.813/24) e RLESTA. Foco no alto rendimento do edital.
IV.06DPC NORMAM 112 — Cerimonial Marinha MercanteEm breve
IV.08Lei 2180/1954 — Tribunal MarítimoEm breve
IV.02 NORMAM-204 — Tráfego e Permanência em AJB
Norma Anotada — NORMAM-204/DPC · Despacho, Tráfego, Praticagem/Reboque, Transbordo, Bunkering/STS/STB, Comboios e Artefatos Bélicos
NORMAM-204/DPC (1ª rev.) — Normas para Tráfego e Permanência de Embarcações em AJB: despacho e prazos (48h/4h/72h/90d), passagem inocente, SISTRAM/LRIT/SIMMAP, praticagem e reboque, transbordo de pessoal, bunkering/STS/STB, comboios fluviais e artefatos bélicos. 86 itens + glossário + 47 anexos, literal integral por item.
IV.09 LESTA — Lei 9537/1997
LESTA — Lei 9.537/1997 (Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário), com alterações da Lei 14.813/2024: autoridade marítima e suas atribuições, embarcações e tripulação, praticagem, ocorrências/acidentes, infrações e penalidades. Apostila esquemática com cards por artigo.
IV.10Praticagem — Lei 14813/2024Em breve
IV.11 RLESTA — Decreto 2596/1998
RLESTA — Decreto 2.596/1998 (Regulamento da LESTA): regulamenta a Lei 9.537/97 — detalhamento da autoridade marítima, habilitação e registro, praticagem, vistorias e o regime de infrações. Apostila esquemática com cards por artigo.
IV.12Estrutura Autoridade Marítima — Portaria 37 MB 2022Em breve
IV.13 RIPEAM-72 / COLREG 2018 (IMO) — consolidado
RIPEAM-72 (COLREG) consolidado IMO 2018 — Partes A–F: definições, governo e navegação, luzes e marcas, sinais sonoros, isenções; + camada LESTA/RLESTA. Conteúdo esquemático bilíngue (PT base + trechos COLREG-EN), com testes interativos de som e de luzes.
IV.14DHN — Publicações NáuticasEm breve
IV.15SAR (Busca e Salvamento)Em breve
IV.16Lei 12815/2013 — PortosEm breve
IV.17Lei Complementar 97/1999 — Forças ArmadasEm breve
IV.18IMO A.960(23) — Pilots Training & CertificationEm breve
IV.19MD35-G-01 — Glossário Forças ArmadasEm breve
IV.20Decreto 12725/2025 — PND/END/LBDNEm breve
IV.21Decreto 12481/2025 — Política Marítima NacionalEm breve
IV.22REB — Decreto 2256/1997Em breve
IV.23PEM — Lei 7642/1987Em breve
IV.24Registro Propriedade Marítima — Lei 7652/1988Em breve
IV.25Transporte Aquaviário — Lei 9432/1997Em breve
V Meteorologia e Oceanografia
V.02 Meteorologia — Noções Básicas (Ynoue/Reboita/Ambrizzi/Silva) SESILAB
Composição e estrutura vertical da atmosfera; pressão atmosférica e sua variação com a altitude; camadas (troposfera a exosfera) e a ionosfera. Edital V — Meteorologia.
Radiação solar e terrestre; leis de corpo negro; albedo, efeito estufa e o balanço de energia da Terra-atmosfera. Edital V — Meteorologia.
Temperatura do ar e do solo; variação diária e sazonal; inversão térmica; distribuição global e fatores que a controlam. Edital V — Meteorologia.
Vapor d'água; umidade absoluta, específica e relativa; ponto de orvalho; pressão de vapor e saturação. Edital V — Meteorologia.
Estabilidade atmosférica e gradientes adiabáticos; formação e classificação de nuvens; processos de precipitação. Edital V — Meteorologia.
Pressão atmosférica e isóbaras; força do gradiente, Coriolis e atrito; vento geostrófico e de gradiente; brisas locais. Edital V — Meteorologia.
Instrumentos e observação meteorológica de superfície e altitude; estações, radiossondagem e codificação de dados. Edital V — Meteorologia.
Circulação geral em células (Hadley, Ferrel, polar); cinturões de pressão; ventos predominantes; monções e jatos. Edital V — Meteorologia.
Massas de ar e frentes; ciclones e anticiclones; sistemas de tempo de latitudes médias e tropicais. Edital V — Meteorologia.
Métodos de previsão; cartas sinóticas e modelos numéricos; previsão de curto e longo prazo; diferença tempo × clima. Edital V — Meteorologia.
V.03 Meteorologia e Oceanografia — 4ª ed. (Lobo/Soares)
Radiação e ângulo de incidência solar; temperatura, pressão, umidade e vento como elementos básicos do tempo. Edital V — Meteorologia.
Circulação geral e regional; cinturões de pressão e ventos planetários; brisas e ventos locais; força de Coriolis. Edital V — Meteorologia.
Convecção e instabilidade; ciclo de vida da Cb; trovoadas, rajadas, downburst e fenômenos associados. Edital V — Meteorologia.
Ciclones tropicais: formação, estrutura e trajetórias; tormentas e furacões; escala e perigos à navegação. Edital V — Meteorologia.
Frentes fria, quente, oclusa e estacionária; ciclogênese frontal; tempo associado a cada tipo de frente. Edital V — Meteorologia.
Leitura de imagens de satélite, cartas sinóticas e boletins meteorológicos para apoio à decisão a bordo. Edital V — Meteorologia.
Observação meteorológica a bordo; codificação e transmissão da mensagem SHIP; rede voluntária de observação. Edital V — Meteorologia.
Geração de ondas pelo vento; vaga e marulho (swell); altura, período e comprimento; estado do mar e previsão de ondas. Edital V — Oceanografia.
Maré astronômica: forças gravitacionais; marés de sizígia e quadratura; tábuas de maré e correntes de maré. Edital V — Oceanografia.
Correntes oceânicas de superfície e profundas; circulação termoalina; correntes costeiras e efeito na navegação. Edital V — Oceanografia.
A Amazônia Azul: zona econômica exclusiva; recursos, importância estratégica e ambiente oceânico brasileiro. Edital V — Oceanografia.
Gelo marinho e icebergs; formação e tipos de gelo; perigos e procedimentos na navegação em altas latitudes. Edital V — Navegação.
Climatologia marítima; cartas piloto (pilot charts) e o planejamento de derrota por dados climatológicos. Edital V — Navegação.
Navegação meteorológica (weather routing); uso integrado de meteorologia e oceanografia na escolha da melhor derrota. Edital V — Navegação.
V.05PIANC Report 117 — Hydro-Meteo InformationEm breve
V.06DHN NORMAM 701 — Meteorologia MarítimaEm breve
VI Comunicações
VI.01IMO SMCP — Standard Marine Communication Phrases A.918(22)Em breve
VI.02DPC — Manual do Radioperador GeralEm breve
VI.03NGA Pub 102 — International Code of Signals 2020Em breve
VII Conhecimentos Gerais
VII.01IMO FAL.6-Circ.14 — Ship-Port Interface PublicationsEm breve
VII.02CONAPRA — Planejamento Portuário e Acessos NáuticosEm breve
VII.03PIANC Report 121 — Harbour Approach Channels DesignEm breve
VII.04DPC NORMAM 224 — Folga Dinâmica abaixo da QuilhaEm breve
VII.05IMO MSC.1-Circ.1598 — Guidelines on FatigueEm breve
VII.06 Shiphandling the Beautiful Game Vol. 1 (Livingstone)
Cap. 1 — Emoções: autoconsciência interna e externa (Eurich); emoções como sinais (raiva, medo, pânico, ansiedade) e o mecanismo estímulo-percepção-resposta; casos Ever Forward e Eastern Lion; box breathing; checar os fatos. (Edital VII.6 — fatores humanos.)
Cap. 3 — Gestão da pressão: Weisinger & Pawliw-Fry e o COTE; Croácia 2018; técnica de gerir a pressão; viés de confirmação e de continuação e a perda do El Faro; duas filosofias de risco; calma deliberada e o voo US Airways 1549. (Edital VII.6 — fatores humanos.)
Cap. 11 — Gestão da tecnologia e das distrações: distração por alarme e dependência excessiva; estudo de caso Atlas Air 3591; vigia adequada (Regras 5 e 7 do COLREG); triagem da informação (vermelho/amarelo/verde/preto); comportamento pós-erro. (Edital VII.6 — fatores humanos.)
Cap. 12 — Gestão da conduta profissional: ego; gestão de conflito e "meeting half-way"; assumir o comando (taking the con) e intervenção precoce; desafiar versus questionar e o modelo PACE; segurança psicológica e inteligência emocional; estudo de simulação; consciência situacional; escuta passiva/ativa; observador profissional. (Edital VII.6 — fatores humanos, BRM.)
VII.07ONU — Declaração Universal dos Direitos HumanosEm breve
VII.08MARPOL — Decreto 2508/1998Em breve
VII.09 Economia Marítima — 3ª ed. (Stopford) SESILAB
História do transporte marítimo (3000 a.C.–2006); Linha Oeste; divisão do trabalho (Adam Smith); liner×tramp; conteinerização. Edital 7.1.1.
Organização do mercado marítimo; três segmentos (granel, especializado, linhas regulares); demanda e função PSD; frota mundial e tipos de navio; economias de escala e função de custo unitário; portos (4 níveis); companhias e consórcios. Edital 7.1.2.
Ciclos do mercado marítimo: os três componentes (longo, curto e sazonal); os quatro estágios do ciclo curto (baixa, recuperação, pico, colapso); risco do transporte marítimo e as três opções de gerenciamento; panorama de 1741 a 2007 (22 ciclos) nas eras da vela, das linhas não regulares e do granel; lições e limites da previsão. Edital 7.2.1.
Oferta, demanda e taxas de frete: o modelo do mercado (módulos A demanda, B oferta, C frete) e as dez variáveis-chave; as cinco variáveis da demanda (economia mundial, tráfegos, distância média, choques aleatórios, custos) e as cinco da oferta (frota, produtividade, construção naval, demolição, frete); o mecanismo das taxas de frete — função da oferta em J, demanda rígida, e os equilíbrios momentâneo, de curto e de longo prazo, mais o efeito do sentimento. Edital 7.2.2.
Os quatro mercados do transporte marítimo: fretes, compra e venda, novas construções e demolição, ligados pelo fluxo de caixa que passa pelo balanço das empresas (só o de fretes cria riqueza; compra e venda é soma zero). Glossário de afretamento e os quatro contratos (viagem, COA, tempo, casco nu); carta-partida Gencon; relatórios do Lloyd's e o índice Worldscale; o mercado de derivativos (FFA, BFI/BDI); a volatilidade dos preços e os quatro fatores do valor (frete, idade, inflação, expectativas); novas construções (pagamentos escalonados, contrato) e demolição. Edital 7.2.3.
Custos, receitas e fluxo de caixa pela ótica da companhia de navegação: a arte da sobrevivência e a diferença entre lucro e fluxo de caixa; as cinco categorias de custo e os quatro grandes grupos de um navio de 10 anos (operacionais 14%, manutenção periódica 4%, viagem 40%, capital 42%); custo×idade (navio novo vs velho) e economias de escala; custos de viagem (combustível 47%, regra do cubo, perdas energéticas 27/30/10/10/23%); custo de capital, depreciação linear (R²=0,93) e alavancagem; a receita e a produtividade do navio; as três demonstrações financeiras; os quatro métodos de fluxo de caixa (por viagem, anual, taxa de frete exigida e descontado/VPL e TIR); e a valoração dos navios (mercado, sucata, residual). Edital 7.3.1.
Financiamento de navios pela ótica do proprietário e do financiador: levantar capital é, no fundo, persuasão. A história do financiamento (companhia de 64 ações, garantido por afretamento nos anos 1950-60, garantido por ativos nos anos 1970, asset play nos 1980, finanças corporativas nos 1990); o sistema financeiro mundial em três mercados (monetário, obrigacionista e de ações) e a classificação de risco; proprietário × companhia de navegação; e as catorze opções de financiamento em quatro grupos (2+4+3+5): fundos privados, empréstimos bancários (hipotecário, empresarial, crédito do estaleiro, mezanino), mercado de capitais (colocação privada, IPO, obrigações) e veículos de titularização (SPC/SPAC, comandita K/S e KG, locação financeira e operacional, securitização). O empréstimo bancário e as sete questões-chave; regras BIS (Basel I 8%, Basel II 12%); IPO e emissão de obrigações; KG alemã, leasing e a 1ª securitização marítima (CMA CGM, 2006); a análise de risco (quatro opções Aframax) e lidar com a inadimplência. Edital 7.3.2.
O paradoxo do retorno e a economia das companhias de navegação: o desempenho dos investimentos no transporte marítimo; o modelo de investimento da companhia (retorno sobre o investimento e valor económico agregado, ROSI e EVA); a teoria da concorrência e o lucro “normal”; e a precificação do risco no transporte marítimo. Edital 7.3.3.
A geografia do comércio marítimo: oceanos, distâncias e tempos de trânsito; a rede mundial de comércio; e os fluxos por região — Europa, América do Norte e do Sul, Ásia, África, Oriente Médio, Ásia Central, Rússia e Oceania. Edital 7.4.1.
Os princípios do comércio marítimo: os elementos fundamentais; quem comercializa e por quê; as diferenças nos custos de produção e nos recursos naturais (vantagem comparativa); os ciclos comerciais dos produtos primários; e o papel do transporte marítimo no comércio. Edital 7.4.2.
O transporte de cargas a granel: as origens comerciais; a frota de graneleiros; os tráfegos e os princípios do granel; os aspectos práticos; as cargas líquidas a granel (petróleo bruto e derivados); e os principais e secundários tráfegos de granel sólido. Edital 7.4.3.
O transporte de cargas especializadas: quando vale a pena o navio sob medida; o enquadramento económico; os produtos químicos; o gás liquefeito de petróleo (GLP) e o gás natural liquefeito (GNL); a carga frigorificada; as cargas unitárias (ro-ro e transportadores de veículos); e o transporte marítimo de passageiros. Edital 7.4.4.
O transporte de carga geral e as linhas regulares: a caixa (contêiner) que mudou o comércio; as origens e os princípios económicos do serviço de linha; rotas, companhias e frota; a precificação; as conferências e os acordos de cooperação; e os portos e terminais de contêineres. Edital 7.4.5.
Os navios que realizam o transporte: por que a demanda de navios é derivada; as sete questões que definem um projeto de navio; os navios de carga geral, de granel sólido, de granel líquido e de gases; os navios não cargueiros; e os critérios económicos para avaliar projetos de navio. Edital 7.5.1.
A economia da construção naval e da demolição: duas indústrias nas pontas da vida do navio; a estrutura regional da construção mundial; os ciclos de mercado e os princípios económicos; o processo de produção; os custos e a concorrência; e a indústria de reciclagem de navios. Edital 7.5.2.
A regulamentação da indústria marítima: o panorama do sistema e seus participantes; as sociedades classificadoras; o direito do mar; o papel do Estado de bandeira e as bandeiras de conveniência; como são feitas as leis marítimas; a IMO e suas convenções (Solas, Marpol); a OIT e a Convenção do Trabalho Marítimo; os Estados costeiros e portuários (controle pelo Estado do porto, OPA-90); e a regulamentação da concorrência. Edital 7.5.3.
Previsões e pesquisas no mercado marítimo: o paradoxo das previsões; os três princípios (relevância, lógica e pesquisa) e os quatro tipos de variável; os decisores e os quatro horizontes temporais; a metodologia da pesquisa de mercado (seis etapas); a previsão das taxas de frete pelo modelo de oferta-demanda; a análise de cenários; as cinco técnicas analíticas (séries temporais, regressão, probabilidade); e os problemas comportamentais e de modelo. Edital 7.6.1.